27.2.08

Fim da divida externa. Nossos problemas se acabaram-se

Esta semana ocorreu um fato pelo qual muitos brasileiros rezaram a vida inteira.
Um presidente, no caso o mula, anunciou que tem a receita para pagar toda a dívida externa do país. Mesmo com este dinheiro, que sabemos que é muito desde que nascemos, a nação não terá de novo a ficha limpa, isto porque Lula diz que não vai pagar na íntegra, não me perguntem porque...
Diante do incrédulo e do nebuloso, quero fundamentar a discussão aqui.

editorial

Sim amigos incendiários, estou crescendo na profissão, mesmo antes da formatura, já tenho um portfólio considerável mais ainda não estou satisfeito.
A última novidade é que ganhei status no meu veículo de trabalho. Tornei me o editor do Jornal Magazine, meu primeiro editorial num jornal impresso, de circulação regional. Pelo menos nesta mídia, pequena mas válida, cresci na cadeia alimentar, não sou mais foca.
Grandes coisas, quero continuar crescendo e, para isso, conto com este ponto de debates. Jogo, pois, no fogo o tão falado editorial, que já até me rendeu alguns elogios.

>Ditadura do pão de queijo

Regimes de governo caracterizados pelo mando unilateral de algum governante não estão em moda no cenário político. Desde o nazi-fascismo, passando pelas ditaduras militares em vários países e por mandatos do regime soviético, nada sobreviveu para exemplificarmos.

Parecia que a exceção seria a pequena ilha no Mar do Caribe. Cuba, país de posição geográfica estratégica para incomodar a grande potência americana, aos trancos e barrancos mantinha ares de coronelismo, satisfazia às necessidades do manda-chuva Fidel Castro. Como sabemos, nada é infinito e o tempo foi o mais rigoroso adversário do líder cubano.

Na terça-feira 19, Fidel Castro, que exerceu seu mandato por 49 anos, anunciou para o mundo inteiro que não exerceria mais a Presidência de Cuba. Ele, talvez, fosse o último dos representantes de uma ditadura tradicional, comandada à mão-de-ferro.

Atualmente, o coronelismo se modernizou. Ditaduras são criadas a todo momento e maquiadas pela mais importante arma do século XX - capaz de deixar qualquer jaburu capacitado para desfilar nos mais fashions eventos de moda do mundo -, a mídia.

No mundo, temos exemplo de ditaduras moderninhas, a denominada globalização. No Brasil, até há pouco tempo, o baiano Antônio Carlos Magalhães ditava moda na boa terra.

Aqui em Divinópolis, não é diferente. O poderio do ´Excelência`, pai do prefeito, ex-deputado estadual Geraldo da Costa Pereira, ganhou notoriedade no jornal O Tempo e está aí, para quem quiser comprovar.

Temos a nossa versão de ditadura, menos imposta que as outras, pelas proporções das lideranças citadas não poderia ser diferente, mas de qualquer forma, a versão míni pão de queijo da nossa ditadura caseira gera graves problemas à sociedade. Basta uma olhada para os lados, para vislumbrar problemas de administração numa cidade que não sabe quem governa. Pai e filho ficam escondidos em seus palácios de muros altos, cercados por seguranças armados, ouvindo dos bobos da corte a descrição do jardim do éden e enquanto isso a população se acumula nas filas de reclamação, de falta de atendimento, do esquecimento público e da violência.

Mas está na hora de começarem a se lembrar, pois daqui a oito meses temos que ser como ovelhinhas bem cuidadas e conduzir mais representantes a seus respectivos gabinetes. Ainda bem que, como disse em outros tempos, nada é infinito.

7.2.08

Experiência Política


Neste início de ano, ocorreu comigo um fenômeno muito estranho. Enfurnado na situação política de minha pequena Divinóia, venho noticiando várias irregularidades, denunciando, apurando, papel de um jornalista que se preze. Valorizando também as boas atitudes, que são mínimas, mas exigem reconhecimento.
Ocorre que estou sendo vítima de elogios políticos, e isso é um problema. Aonde eu chego é "parabéns, continue assim, vindo de um deputado, vereadores e até de majestade prefeito."
Chegou ao ponto de minha mãe ficar sabendo lá nas bandas de Belo Horizonte e me ligar toda contente e oriçada "meu filho, que bom, ninuém ainda te chamou para algum partido político?" disse ela ao telefone. (sim, minha mãe é doida, faz direito e acha que a democracia vai nos salvar. Acho que é por isso que sou assim, digamos, revoltado).
O fato é que a gente, nesse meio, descobre muita coisa. descobri e criei uma teoria que, dentro da sua pequenez, se propoe a nortear problemas da eleição em caráter nacional. Megalomania, eu tenho, mas acho que posso sim utilizar este conceito do Oiapoque ao Chuí. Conceito elaborado após uma eleição para presidente da Câmara Municipal na legislatura 2008.


Eleição é tudo igual. Oposição, situação, todos corrompem na busca por mais forças, lideranças comunitárias, partidárias, apoio político, votos. A única e fundamental diferênça é que quem perde denuncia fraudes do oponente e quem ganha enaltece o caráter democrático"


Acho que vivemos num lixo político e não tenho tantas espectativas, como a minha mãe, e vocês, leitores?